14 de Março de 2016

Feliz como criança ao sentir-se você mesmo(a) através de sua imagem

É bastante comum, em determinadas fases da vida, buscarmos a aceitação vinda dos outros, assim como buscamos a aceitação vinda de nós mesmos segundo o que os outros vão pensar de nós. Que nó, não!? Pois sim, tentamos atender expectativas que entraram em nossas mentes através de comentários aparentemente ingênuos de pessoas próximas, conteúdos de matérias de jornais ou revistas, detalhes inspiradores da trajetória de celebridades da TV ou internet e assim tentamos construir uma imagem idealizada e que muitas vezes não está alinhada com quem nós somos de fato.

Não digo isto porque espero que as pessoas não se informem ou não ouçam o que amigos e parentes dizem. Digo isto para chamar a atenção para a necessidade de buscarmos o autoconhecimento e usarmos de fato roupas que contem quem nós somos. Usarmos a cor do ano definida pela Pantone se ela ficar linda na nossa pele e for compatível com a nossa personalidade. Usarmos o formato de calça (se é que calça tem a ver conosco), a altura de salto que nos valorize e permita que desempenhemos bem todos os nossos papéis ao longo do dia.

Encontrar quem nós somos e transmitir isto através de nossas escolhas de vestimenta é libertador e dá a confiança de quem percebe que precisa muito mais de si mesmo(a) do que a cobertura de tecido que o(a) veste.

Viver o processo de consultoria de imagem traz a sensação de despertar para si mesmo(a). Perceber o porquê de algumas roupas parecerem ótimas no cabide e na prática ficarem sempre preteridas em comparação a outras do guarda-roupa. Entender o que funciona não porque alguém determinou que aquilo era o melhor e sim porque a pessoa experimentou novas propostas e se enxergou mais bonita usando-as.  Sempre em um processo de testar, perceber-se feliz ou não com aquela proposta e escolhendo acolhe-la como sua ou não. É assim que se desenvolve o lindo processo da consultoria de imagem.

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